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dc.contributor.authorFERREIRA, Natália-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7641819325213725por
dc.contributor.advisorGUIMARÃES, Fernando-
dc.contributor.advisor-co1FERREIRA, Arthur-
dc.date.accessioned2020-07-16T18:22:32Z-
dc.date.issued2020por
dc.identifier.urihttps://deposita.ibict.br/handle/deposita/123-
dc.description.resumoUma porcentagem significativa de pacientes que obtêm sucesso no teste de respiração espontânea (TRE) é reintubada devido à incapacidade de proteger as vias aéreas. Esta revisão sistemática foi realizada para analisar a capacidade do pico de fluxo da tosse (PFT) em predizer o desfecho da extubação em pacientes que passaram no TRE. Métodos: A pesquisa abrangeu as bases de dados científicos MEDLINE, EMBASE, LILACS e IBECS, Scopus, Cochrane, Web of Science, CINAHL, SciELO e literatura cinzenta. O instrumento de avaliação Quality Assessment of Diagnostic Accuracy Studies (QUADAS-2) foi utilizado para avaliar a qualidade metodológica e o risco de viés do estudo. A heterogeneidade estatística através do likelihood e odds ratio foi avaliada usando gráfico de forest plot e através da estatística Q de Cochran, e calculou-se a curva SROC (summary receiver operating characteristic) utilizando múltiplos pontos de corte. Resultados: Muitos estudos apresentaram “risco incerto” de viés nos critérios de “seleção de pacientes” e “fluxo e tempo”. Dos 12 estudos incluídos, 7 apresentaram “alto risco” e 5 “risco incerto” no item “padrão de referência”, devido à falta de critérios clínicos objetivos para reintubação, uso de terapia de resgate e não exclusão de pacientes que reintubaram por laringoespasmo. A predição diagnóstica da PFT para o resultado da extubação foi baixa a moderada, considerando os resultados de todos os estudos incluídos. Uma análise de subgrupo incluindo apenas os estudos com ponto de corte entre 55-65 L/min mostrou um desempenho um pouco melhor, porém ainda moderado. Conclusão: A avaliação do PFT considerando um ponto de corte entre 55-65 L/min pode ser útil como uma medida complementar antes da extubação. São necessários mais estudos com protocolos bem estabelecidos para elucidar o melhor método e equipamento para registrar o PFT, bem como o melhor ponto de corte.por
dc.description.abstractA considerable proportion of patients who succeed in the spontaneous breathing trial (SBT) are reintubated because of the incapacity to protect their airways. This systematic review was designed to assess the cough peak flow CPF usefulness to predict the extubation outcome in patients who passed an SBT. Methods: The search covered the databases MEDLINE, EMBASE, LILACS and IBECS scientific databases, CINAHL, SciELO, Cochrane, Scopus, Web of Science, and gray literature. The Quality Assessment of Diagnostic Accuracy Studies (QUADAS-2) was used to assess the methodological quality and risk of study bias. The statistical heterogeneity of likelihood and diagnostic odds ratios was evaluated using forest plots and the Cochran’s Q statistic, and a crosshair summary receiver operator characteristic (SROC) plot using the multiple cutoffs model was calculated. Results: Many studies presented unclear risk of bias in the “patient selection”, and “flow and time” criteria. Of the 12 included studies, 7 presented “high risk” and 5 a “unclear risk” in the item “Reference Standard”, because of lack of objective clinical criteria for reintubation, use of rescue therapy and non-exclusion of patients who reintubated for laryngospasm. The diagnostic performance of CPF for extubation outcome was low to moderate when considering the results from all included studies. A subgroup analysis including only the studies with a cutoff between 55-65L/min showed a slightly better performance, however, still moderate. Conclusion: The CPF assessment considering a cutoff between 55-65L/min may be useful as a complementary measurement prior to the extubation. More well-designed studies are needed to elucidate the best method and equipment to record CPF, as well as the best cutoff.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Arthur Ferreira (asferreira@unisuam.edu.br) on 2020-07-06T14:59:08Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2020 Tese Natália de Araújo Ferreira.pdf: 2425482 bytes, checksum: fe4db29d66f4c228dd8a58f0837d42bb (MD5)eng
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Lucas Paganine (lucaspaganine@ibict.br) on 2020-07-16T18:22:32Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2020 Tese Natália de Araújo Ferreira.pdf: 2425482 bytes, checksum: fe4db29d66f4c228dd8a58f0837d42bb (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-07-16T18:22:32Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) 2020 Tese Natália de Araújo Ferreira.pdf: 2425482 bytes, checksum: fe4db29d66f4c228dd8a58f0837d42bb (MD5) Previous issue date: 2020eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherCentro Universitário Augusto Mottapor
dc.publisher.departmentCentro Universitário Augusto Mottapor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Ciências da Reabilitaçãopor
dc.rightsopenAccesspor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
dc.subjectDesmamepor
dc.subjectExtubaçãopor
dc.subjectVentilação mecânicapor
dc.subjectTossepor
dc.subject.cnpqFisioterapia e Terapia Ocupacionalpor
dc.titlePico de fluxo da tosse como preditor de sucesso na extubação orotraqueal: revisão sistemática com metanálisepor
dc.typeTesepor
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