Educação popular em saúde e proibicionismo no Brasil: crítica à política de drogas

Resumo

Este artigo analisa as relações entre Educação Popular em Saúde e a política proibicionista de drogas no Brasil, com foco na criminalização da maconha a partir da Lei no 11.343/2006. Fundamentado na pedagogia de Paulo Freire e em abordagem qualitativa documental, o estudo discute como o proibicionismo reforça desigualdades raciais, seletividade penal e encarceramento em massa. A análise integra referências acadêmicas, documentos institucionais e produções jornalísticas sobre cannabis medicinal, associações canábicas e políticas públicas. Os resultados indicam que a Educação Popular em Saúde constitui instrumento estratégico para promover conscientização crítica, redução de danos e fortalecimento de práticas democráticas de cuidado. Conclui-se que a regulamentação da cannabis pode contribuir para a justiça social, ampliação do acesso à saúde e construção de políticas públicas orientadas pelos princípios do SUS.

Descrição

Palavras-chave

Educação Popular em Saúde, Política de Drogas, Cannabis, Proibicionismo, Justiça Social

Citação

GONÇALVES, Vinícius Viana. Educação popular em saúde e proibicionismo no Brasil: crítica à política de drogas. Materialismos: Cuadernos de Marxismo y Psicoanálisis, v. 4, n. 2, p. 37‑50, 2026. Disponível em: <https://materialismo.hypotheses.org/2115>. Acesso em:

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https://deposita.ibict.br/handle/deposita/860