O cuidado em saúde mental infantojuvenil em municípios interioranos e sem Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSij): desafios, experiências e caminhos para a atenção psicossocial infantojuvenil brasileira

OrientadorAvellar, Luziane Zacché, Luziane
Orcid do Orientadorhttps://orcid.org/0000-0003-3125-2174
Lattes do Orientadorhttp://lattes.cnpq.br/8948015493681619
AutorLeitão, Iagor Brum, Iagor
Orcid do Autorhttps://orcid.org/0000-0002-6174-253X
Lattes do Autorhttps://lattes.cnpq.br/4896916670807832
Membro da bancaCouto, Maria Cristina Ventura, Maria
Membro da bancaDelfini, Patricia Santos de Souza, Patrícia
Membro da bancaReis, Luciana Bicalho, Luciana
Membro da bancaTaño, Bruna Lídia, Bruna
Orcid Membro da bancahttps://orcid.org/0000-0003-0926-8823
Orcid Membro da bancahttps://orcid.org/0000-0003-2380-5736
Orcid Membro da bancahttp://lattes.cnpq.br/0192418247836786
Orcid Membro da bancahttps://orcid.org/0000-0002-0101-4100
Lattes membro da bancahttp://lattes.cnpq.br/5565972316187362
Lattes membro da bancahttp://lattes.cnpq.br/2957882598574681
Lattes membro da bancahttp://lattes.cnpq.br/1123204627616911
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Data de Acesso2025-11-14T17:34:21Z
Data disponível2025-11-14T17:34:21Z
Ano de publicação2025-03-27
AbstractThe thesis aimed to critically analyze child and adolescent psychosocial care in Brazil, with a focus on mental health care for children and adolescents (CAMH) in small or medium-sized municipalities in rural areas, lacking Child and Adolescent Psychosocial Care Centers (CAPSij). It includes five articles, comprising three literature reviews (narrative, integrative, and scoping) and two qualitative field studies. The combination of reviews and field studies aimed to provide an analysis that transitions from a broader context (multiple realities) to a more specific one (a specific municipality). The first article shows that Brazilian challenges, such as the lack of mental health services, regional disparities, low public investment, and medicalizing practices that diverge from regulatory frameworks and guiding policies, are shared by other Latin American and Caribbean countries. SMIJ services are scarce or nonexistent in many countries in the region, especially in rural and inland municipalities, forcing families to seek care in urban centers. Brazil stood out as the only analyzed country with a strategic service specifically for SMIJ, the CAPSij, a pioneering and unparalleled policy. However, despite its relevance, its implementation remains limited. The second article revealed that, in municipalities without CAPSij, care tends to occur through “personalization of care,” where a single professional takes on most of the demands, working in an overburdened and isolated manner. The main challenges in care include high staff turnover, complaint-conduct-centered approaches, and a lack of intersectorality and effective regionalization. The third article investigated SMIJ care in a specific rural municipality without CAPSij. It found a local agreement establishing a “Multidisciplinary Mental Health Team” as the reference for SMIJ demands. However, the service has operated in an outpatient and precarious manner, without fulfilling its role as a network coordinator. Additionally, Primary Care showed limited involvement, with Basic Health Units (UBS) primarily used as referral points. High staff turnover and fragile employment contracts also emerged as major barriers. The fourth article highlighted that the therapeutic itineraries of children and adolescents with mental health needs are fragmented, with CAPSij being perceived by users and families as the most reliable service within the Psychosocial Care Network (RAPS). Barriers such as a lack of human resources, an overload of referrals, and dehumanized approaches in emergency and hospital systems were emphasized. The review highlighted the absence of studies on SMIJ itineraries in cities without CAPSij. This gap is significant, as more than 60% of Brazilian municipalities meeting the population criteria for this service still do not have it. The fifth article analyzed the therapeutic itineraries of children and adolescents served by the “Multidisciplinary Mental Health Team” in the same municipality discussed in the third article. It identified schools as the primary point for the initial detection of CAMH demands, while the “Multidisciplinary Mental Health Team” operated as the main local resource but faced limitations related to high staff turnover and predominantly outpatient activities. The thesis emphasizes that, although the psychosocial paradigm is normative in CAMH policy, its implementation still faces challenges, which may be even more pronounced in municipalities lacking the main strategic devices of psychosocial care for children and adolescents. It argues that the effectiveness of the CAMH network in municipalities without CAPSij requires a local device with a clear public mandate that goes beyond merely absorbing cases. The history of CAMH in Brazil is marked by nonlinear progress, frequently interrupted. Without agents to articulate this agenda, it loses momentum. Thus, it is essential that this mandate drives networked actions, particularly within Primary Care or in synergy with it, overcoming the outpatient model and promoting practices aligned with expanded clinical care and psychosocial care for children and adolescents.
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ResumoA tese teve como objetivo analisar criticamente a atenção psicossocial infantojuvenil no Brasil, com destaque para o cuidado em saúde mental infantojuvenil (SMIJ) vivenciado por municípios de interior, de pequeno ou médio porte, e desprovidos de Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSij). Contém cinco artigos, sendo três revisões de literatura (narrativa, integrativa e de escopo) e dois estudos de campo qualitativos. A combinação de revisões e estudos de campo teve o intuito de proporcionar uma análise que transita do contexto mais geral (realidades no plural) ao específico (um município em particular). O primeiro artigo mostra que os desafios brasileiros, como o vazio assistencial, as disparidades regionais, o baixo investimento público e práticas medicalizantes que divergem de marcos regulatórios e diretrizes norteadoras, são compartilhados por outros países da América Latina e Caribe. Os serviços de SMIJ são escassos ou inexistentes em muitos países da região, especialmente em municípios do interior, forçando famílias a buscarem cuidado em centros urbanos. O Brasil se destacou como o único país analisado a possuir um serviço estratégico para a SMIJ, o CAPSij, uma política pública pioneira e sem equivalentes. No entanto, apesar de sua relevância, sua implantação ainda é limitada. O segundo artigo revelou que, em municípios desprovidos de CAPSij, o cuidado tende a ocorrer por meio da “pessoalização do cuidado”, quando um único profissional assume a maior parte das demandas, atuando de forma sobrecarregada e solitária. As principais dificuldades no cuidado incluem alta rotatividade de profissionais, abordagens centradas na dinâmica queixa-conduta e falta de intersetorialidade e regionalização efetiva. O terceiro artigo investigou o cuidado em SMIJ no município de São Mateus, de médio porte, localizado no interior e desprovido de CAPSij. Descobriu uma pactuação local que estabeleceu uma “Equipe Multiprofissional em Saúde Mental” como serviço-referência para demandas de SMIJ. Contudo, tem operado de forma ambulatorial e precarizada, sem desempenhar papel de articulador na rede de cuidados. Apesar do município contar com 28 Unidades Básicas de Saúde em funcionamento, não houve menção significativa de ações voltadas à SMIJ nessas unidades. A alta rotatividade de profissionais e a fragilidade dos vínculos trabalhistas também emergiram como barreiras principais. O quarto artigo evidenciou que os itinerários terapêuticos de crianças e adolescentes com necessidades em saúde mental são fragmentados, com o CAPSij sendo considerado pelos usuários e família como o serviço mais confiável entre os demais da Rede de Atenção à Saúde e Psicossocial. Barreiras como a falta de recursos humanos, o excesso de encaminhamentos e abordagens desumanizadas nos sistemas de urgência e hospitalar foram destacadas. A revisão também evidenciou a ausência de estudos sobre itinerários em SMIJ em cidades sem CAPSij. Essa lacuna é relevante, dado que mais de 60% dos municípios brasileiros com critério populacional para esse serviço ainda não o possuem. O quinto artigo analisou os itinerários terapêuticos de crianças e adolescentes atendidos pela “Equipe Multiprofissional em Saúde Mental” no mesmo município abordado pelo terceiro artigo. Constatou a escola como principal ponto de detecção inicial de demandas em SMIJ. Corroborou que a “Equipe Multiprofissional em Saúde Mental” operou como principal recurso local, mas com limitações relacionadas à rotatividade de profissionais e atuação majoritariamente ambulatorial. Além disso, a Atenção Básica mostrou participação limitada nos itinerários investigados, com as Unidades Básicas de Saúde utilizadas principalmente como ponto para encaminhamentos. A tese enfatiza que o paradigma psicossocial, embora normativo na política de SMIJ, ainda enfrenta desafios em sua implementação, e isso pode ser ainda mais acentuado em municípios que não possuem o principal dispositivo estratégico da atenção psicossocial infantojuvenil. Defende que a efetividade da rede de SMIJ em municípios sem CAPSij requer um dispositivo local com mandato público claro, que vá além da absorção de casos para si. A história da SMIJ no Brasil é marcada por avanços não lineares, frequentemente interrompidos. Sem agentes que articulem essa pauta, a agenda perde força. Assim, é essencial que esse mandato seja caracterizado por impulsionar ações em rede, especialmente na Atenção Básica ou em sinergia com ela, superando a lógica ambulatorial e promovendo práticas alinhadas à clínica ampliada e à atenção psicossocial infantojuvenil.
Agência de financiamentoFAPES - Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo
CitaçãoLEITÃO, I. B. O cuidado em saúde mental infantojuvenil em municípios interioranos e sem Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSij): desafios, experiências e caminhos para a atenção psicossocial infantojuvenil brasileira (Tese de doutorado). Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES, Brasil, 2025. Orientadora: Profa. Dra. Luziane Zacché Avellar.
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Identificador ISNIhttps://isni.org/isni/0000000121674168
URL da página do programahttps://psicologia.ufes.br/
URL da página da instituiçãohttps://psicologia.ufes.br/
Identificador RORhttps://ror.org/05sxf4h28
URIhttps://deposita.ibict.br/handle/deposita/816
Publicação originalhttps://psicologia.ufes.br/pt-br/pos-graduacao/PPGP/detalhes-da-tese?id=22403
Identificador Wikidatahttps://www.wikidata.org/wiki/Q10387830
Área de avaliação CapesPsicologia
IdiomaPortuguês
InstituiçãoUniversidade Federal do Espírito Santo (UFES)
PaísBrasil
Departamento do cursoPrograma de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP)
Nome do cursoDoutorado em Psicologia
Natureza jurídica da instituiçãoInstituição pública
Nome do programa de pós-graduaçãoPrograma de Pós-graduação em Psicologia
Tipo da instituiçãoUniversidade
Tipo de acessoAcesso aberto
Palavra ChaveCriança
Palavra ChaveAdolescente
Palavra ChaveServiços de Saúde Mental
Palavra ChaveAtenção Primária
Palavra ChaveSistemas Locais de Saúde
Palavra chave em outro idiomaChild
Palavra chave em outro idiomaAdolescent
Palavra chave em outro idiomaMental Health Services
Palavra chave em outro idiomaPrimary Care
Palavra chave em outro idiomaLocal Health Systems
TítuloO cuidado em saúde mental infantojuvenil em municípios interioranos e sem Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSij): desafios, experiências e caminhos para a atenção psicossocial infantojuvenil brasileira
Titúlo AlternativoChild and adolescent mental health care in inland brazilian municipalities without Child and Adolescent Psychosocial Care Centers (“CAPSij”): challenges, experiences, and pathways for psychosocial care
TipodoctoralThesis

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