O centro de atenção psicossocial infanto-juvenil (CAPSij) de Vitória: dez anos de funcionamento

OrientadorAvellar, Luziane Zacché
AutorLeitão, Iagor Brum
Lattes do Autorhttp://lattes.cnpq.br/4896916670807832por
Membro da bancaCouto, Maria Cristina Ventura
Segundo membro da bancaConstantinidis, Teresinha Cid
Data de Acesso2023-06-16T14:40:36Z
Ano de publicação2018por
AbstractA inclusão de crianças e adolescentes na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Brasil ocorreu tardiamente e permanece como um desafio cotidiano para profissionais, familiares, usuários e pesquisadores. Com o intuito de contribuir para o campo da Saúde Mental da Criança e do Adolescente (SMCA), este estudo de mestrado teve como objetivo conhecer e descrever os serviços do CAPSi de Vitória em seu décimo ano de funcionamento e comparar com a descrição do serviço relativa ao primeiro ano de funcionamento. Trata-se de um estudo de caso que realizado em duas etapas sequenciais. A primeira se refere a uma pesquisa documental de caráter retrospectivo e descritivo. Acessou-se os prontuários de crianças e adolescentes atendidos pelo serviço entre o período de Setembro de 2016 e Setembro de 2017, possibilitando sua caracterização. Os dados foram analisados com auxílio dos softwares SPSS e foram comparados com os dados obtidos no primeiro ano de funcionamento do serviço. A segunda etapa, de caráter qualitativo, foi delineada por meio de entrevistas com os profissionais atuantes no CAPSij. O objetivo foi identificar as percepções destes profissionais acerca do trabalho em SMCA. Participaram das entrevistas 15 profissionais. Os dados foram analisados por meio da Classificação Hierárquica Descendente (CHD) e Nuvem de Palavras, ambos possibilitados pelo software IRaMuTeQ, e foram comparados aos dados obtidos no primeiro ano de funcionamento do serviço. Como resultados, identificou-se que o décimo ano de funcionamento do serviço foi marcado pelo aumento de 51,85% (n=84) da demanda em relação ao primeiro ano; manteve-se a maior incidência de quadros neuróticos do que quadros psicóticos e do espectro autista; os usuários do sexo masculino permaneceram mais prevalentes, com destaque para problemas de comportamento do tipo “externalizante” (hiperatividade, agressividade e uso de álcool e outras drogas), ao passo que os usuários do sexo feminino apresentaram queixas de comportamento do tipo “internalizante”, com destaque para queixas de automutilação e cutting; que as Unidades Básicas de Saúde mantiveram-se como o equipamento da Rede que mais encaminharam usuários para o CAPSij, seguidas pelas demandas espontâneas, as quais aumentaram expressivamente em relação ao primeiro ano. No que se refere às entrevistas, a CHD formou cinco classes que remeteram aos maiores desafios vividos pelo CAPSij em seu décimo ano de funcionamento. São eles: i) desafios relacionados ao imaginário do serviço construído por outros equipamentos da rede e pela população, comumente associando o CAPSij a um espaço ambulatorial, centrado na figura do médico; ii) desafios relacionados às (des)articulações com a RAPS do município; iii) desafios relacionados às ações clínicas e aos aspectos relacionados ao manejo dos profissionais, tendo como porta-voz o autismo; iv) desafios relacionados às condições socioeconômicas frágeis da clientela; e v) desafios relacionados ao cuidado de adolescentes com demandas de uso abusivo de álcool e outras drogas. Identificou-se que as reflexões clínicas dos trabalhadores do CAPSij apontam para uma construção de um lugar de oferta de cuidado singular em que o serviço se pode localizar. A reflexão sobre esse lugar é tida como fundamental para os profissionais, na medida em que entendem que é a partir desse lugar que o CAPSij pode dirigir suas ações. Desse modo, destaca-se que se por um lado há uma reflexão que empuxa um olhar para-dentro do serviço, tendo como lente a clínica e seus efeitos, há também uma reflexão que empuxa um olhar para-fora e que tem como lente a política e sua efetivação. Os dados sugerem que o CAPSij está encapsulado em seu próprio serviço ao invés de estar território, articulando-se de modo mais efetivo à Rede de SMCA e exercendo a clínica ampliada.por
ProveniênciaSubmitted by Iagor Brum Leitão (leitao.iagor@hotmail.com) on 2023-05-16T00:35:38Z No. of bitstreams: 1 tese_11514_[Dissertação PPGP-UFES] O Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSij) de Vitória_ Dez.pdf: 1449073 bytes, checksum: 4ae5cc360243f59809dcca2356efd1bb (MD5)eng
ProveniênciaApproved for entry into archive by Cássio Morais (cassiomorais@ibict.br) on 2023-06-16T14:40:36Z (GMT) No. of bitstreams: 1 tese_11514_[Dissertação PPGP-UFES] O Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSij) de Vitória_ Dez.pdf: 1449073 bytes, checksum: 4ae5cc360243f59809dcca2356efd1bb (MD5)eng
ProveniênciaMade available in DSpace on 2023-06-16T14:40:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_11514_[Dissertação PPGP-UFES] O Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSij) de Vitória_ Dez.pdf: 1449073 bytes, checksum: 4ae5cc360243f59809dcca2356efd1bb (MD5) Previous issue date: 2018eng
RegiãoSudestepor
ResumoA inclusão de crianças e adolescentes na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Brasil ocorreu tardiamente e permanece como um desafio cotidiano para profissionais, familiares, usuários e pesquisadores. Com o intuito de contribuir para o campo da Saúde Mental da Criança e do Adolescente (SMCA), este estudo de mestrado teve como objetivo conhecer e descrever os serviços do CAPSi de Vitória em seu décimo ano de funcionamento e comparar com a descrição do serviço relativa ao primeiro ano de funcionamento. Trata-se de um estudo de caso que realizado em duas etapas sequenciais. A primeira se refere a uma pesquisa documental de caráter retrospectivo e descritivo. Acessou-se os prontuários de crianças e adolescentes atendidos pelo serviço entre o período de Setembro de 2016 e Setembro de 2017, possibilitando sua caracterização. Os dados foram analisados com auxílio dos softwares SPSS e foram comparados com os dados obtidos no primeiro ano de funcionamento do serviço. A segunda etapa, de caráter qualitativo, foi delineada por meio de entrevistas com os profissionais atuantes no CAPSij. O objetivo foi identificar as percepções destes profissionais acerca do trabalho em SMCA. Participaram das entrevistas 15 profissionais. Os dados foram analisados por meio da Classificação Hierárquica Descendente (CHD) e Nuvem de Palavras, ambos possibilitados pelo software IRaMuTeQ, e foram comparados aos dados obtidos no primeiro ano de funcionamento do serviço. Como resultados, identificou-se que o décimo ano de funcionamento do serviço foi marcado pelo aumento de 51,85% (n=84) da demanda em relação ao primeiro ano; manteve-se a maior incidência de quadros neuróticos do que quadros psicóticos e do espectro autista; os usuários do sexo masculino permaneceram mais prevalentes, com destaque para problemas de comportamento do tipo “externalizante” (hiperatividade, agressividade e uso de álcool e outras drogas), ao passo que os usuários do sexo feminino apresentaram queixas de comportamento do tipo “internalizante”, com destaque para queixas de automutilação e cutting; que as Unidades Básicas de Saúde mantiveram-se como o equipamento da Rede que mais encaminharam usuários para o CAPSij, seguidas pelas demandas espontâneas, as quais aumentaram expressivamente em relação ao primeiro ano. No que se refere às entrevistas, a CHD formou cinco classes que remeteram aos maiores desafios vividos pelo CAPSij em seu décimo ano de funcionamento. São eles: i) desafios relacionados ao imaginário do serviço construído por outros equipamentos da rede e pela população, comumente associando o CAPSij a um espaço ambulatorial, centrado na figura do médico; ii) desafios relacionados às (des)articulações com a RAPS do município; iii) desafios relacionados às ações clínicas e aos aspectos relacionados ao manejo dos profissionais, tendo como porta-voz o autismo; iv) desafios relacionados às condições socioeconômicas frágeis da clientela; e v) desafios relacionados ao cuidado de adolescentes com demandas de uso abusivo de álcool e outras drogas. Identificou-se que as reflexões clínicas dos trabalhadores do CAPSij apontam para uma construção de um lugar de oferta de cuidado singular em que o serviço se pode localizar. A reflexão sobre esse lugar é tida como fundamental para os profissionais, na medida em que entendem que é a partir desse lugar que o CAPSij pode dirigir suas ações. Desse modo, destaca-se que se por um lado há uma reflexão que empuxa um olhar para-dentro do serviço, tendo como lente a clínica e seus efeitos, há também uma reflexão que empuxa um olhar para-fora e que tem como lente a política e sua efetivação. Os dados sugerem que o CAPSij está encapsulado em seu próprio serviço ao invés de estar território, articulando-se de modo mais efetivo à Rede de SMCA e exercendo a clínica ampliada.por
Formatoapplication/pdf*
CitaçãoLEITÃO, Iagor Brum. O centro de atenção psicossocial infanto-juvenil (CAPSij) de Vitória: dez anos de funcionamento. 2018, 119p. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Federal do Espírito Santo, UFES, Vitória. Disponível em https://psicologia.ufes.br/pt-br/pos-graduacao/PPGP/detalhes-da-tese?id=11514por
URIhttps://deposita.ibict.br/handle/deposita/354
Idiomaporpor
InstituiçãoUniversidade do Espírito Santopor
PaísBrasilpor
DepartamentoUniversidade Federal do Espírito Santopor
ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapor
ReferênciasAlbanes, H.C., Lobo, E., & Bernardini, I. S. (2013). O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) e sua relação com a qualidade dos serviços prestados nos centros de saúde. Coleção Gest. Saúde Públ.,1(4), 83-102. Alberti, S., & Figueiredo, A. C. (2006). Psicanálise e saúde mental: uma aposta. Rio de Janeiro: Companhia de Freud. Alves-Mazzotti, A. J. (2006). Usos e abusos dos estudos de caso. Cadernos de Pesquisa, 36(129), 637-651. Amarante, P. (1995). Novos sujeitos, novos direitos: o debate em torno da reforma psiquiátrica. Cadernos de Saúde Pública, 11(3), 491-494. Araújo, J. B., Chatelard, D. S., Carvalho, I. S., Viana, T. C. (2016). O corpo na dor: automutilação, masoquismo e pulsão. Estilos da Clínica, 21(2), 497-515. Arrué, A. M., Neves, E. T., Terra, M. G., de Souza Magnago, T. S. B., Jantsch, L. B., Pieszak, G. M., & Buboltz, F. L. (2013). Crianças/adolescentes com necessidades especiais de saúde em centro de atenção psicossocial. Revista de Enfermagem da UFSM, 3(2), 227-237. Avellar, L. Z., & Safra, G. (2018). Saúde mental infanto-juvenil: contribuição de alguns conceitos da obra de D. W. Winniccott para a constituição de serviços de assistência In: I. Ferrari & J. 105 Ferreira-Neto (Orgs.), Políticas públicas e clínica: estudos em psicologia e psicanálise (pp. 134-154). Belo Horizonte: Editora PUC Minas. Ayres, J. R. C.M. (2004). O cuidado, os modos de ser (do) humano e as práticas de saúde. Saúde e Sociedade, 13(3), 16-29 Barletta, J. B., Paixão, A. L. R., Feitosa, E. P. S., Oliveira, K. S., & Santos, L. A. (2012). O prontuário psicológico como recurso para pesquisa e atuação: repensando a formação da competência profissional. Revista Psicologia e Saúde, 4(2), 135-142. Batistelli, F. M., & Amorim, M. L. (2014). Atendimento psicanalítico do autismo. São Paulo: Zagadoni Beltrame, M. M., & Boarini, M. L. (2013). Saúde mental e infância: Reflexões sobre a demanda escolar de um CAPSi. Psicologia: Ciência e Profissão, 33(2), 336-349. Bernardes, S. M. (2015). Tornar-se (in) visível: um estudo na rede de atenção psicossocial de adolescentes que se automutilam (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina, SC. Bezerra Júnior, B. (2004). O cuidado nos CAPS: os novos desafios. In: P. Albuquerque, M. Libério (Orgs.). O cuidado em saúde mental: ética, clínica e política (pp. 3-11). Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. Brasil, Ministério da Saúde. (2002). Portaria GM/MS nº 336, de 19 de Fevereiro de 2002. Estabelece que os Centros de Atenção Psicossocial poderão constituir-se nas seguintes modalidades de serviços: CAPS I, CAPS II e CAPS III, definidos por ordem crescente de porte/complexidade e abrangência populacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF. Recuperado em 26 de agosto 2018 em http://www.saude.mg.gov.br/images/documentos/ Portaria_336.pdf Brasil. (1990). Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Brasília, DF. Recuperado em 26 de agosto 2018, de http://www.crianca.mppr.mp.br/arquivos/File/publi/camara/estatuto_crianca_adolescente_9e d.pdf Brasil. (2011). Portaria nº 3.088, de 23 de dezembro de 2011: Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF. Recuperado em 26 de agosto 2018, de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt3088_23_12_2011_rep.html Brasil. (2017). Lei nº 13.438, de 26 de abril de 2017. Altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para tornar obrigatória a adoção pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de protocolo que estabeleça padrões para a avaliação de riscos para o desenvolvimento psíquico das crianças. Brasília, DF. Recuperado em 26 de agosto 2018, de https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2017/lei-13438-26-abril-2017-784640- publicacaooriginal-152405-pl.html Bueno, A. R. (2013). Terapia Ocupacional no campo da saúde mental infanto-juvenil: revelando as ações junto aos Centros de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP. 106 Bulcão, I. (2002). A produção de infâncias desiguais: uma viagem na gênese dos conceitos "criança" e "menor". In M. L. Nascimento (Org.), Pivetes: A produção de infâncias desiguais (pp. 61-73). Niterói: Intertexto. Caeran, J., & Dias, H. Z. (2015). Saúde e saúde mental na percepção de trabalhadores de um CAPSi. Trab Educ Saúde, (13), 115-133. Camargo, B. V, & Justo, A. M. (2013). IRAMUTEQ: um software gratuito para análise de dados textuais. Temas em psicologia, 21(2), 513-518. Campos, R. O., et al. (2011). Saúde mental na atenção primária à saúde: estudo avaliativo em uma grande cidade brasileira. Ciência e Saúde Coletiva, 16(12), 4643-4652. Canguilhem, G. (2002). O normal e o patológico. 5.ed. rev. aum. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Carvalho, I. L., Gondim, A. P., Holana, T. T., & Alencar, V. P. (2014). CAPS i: avanços e desafios após uma década de funcionamento. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental/Brazilian Journal of Mental Health, 6(14), 42-60. Cavalcante, C. M., Jorge, M. S. B., & Santos, D. C. M. (2012). Onde está a criança?: desafios e obstáculos ao apoio matricial de crianças com problemas de saúde mental. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 22(1), 161-178. Centers for Disease Controland Prevention (2014). Prevalence of autism spectrum disorder among children aged 8 years: Autism and developmental disabilities monitoring network. MMWR, 63(SS02), 1-21. Recuperado em 26 de agosto 2018, de http://www.cdc.gov/ncbddd/autism/data.html Cervo, M. R., & AYRES, R. A. N. (2014). Um olhar sobre a patologização da infância a partir do CAPSI. Revista Subjetividades, 14(3), 442-453. Cirino, O. (2004). Apresentação. In: Ferreira, T. (Org.). A Criança e a Saúde Mental: enlaces entre a clínica e a política (pp. 9-12). Belo Horizonte: Autêntica. Cordeiro, L. R. O., Oliveira, M. S., & Souza, R. C. (2012). Produção científica sobre os Centros de Atenção Psicossocial. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 46(1), 119-123. Costacurta, R., Rosana Gonçalves de Oliveira Toso, B., & Regina Bratti Frank, B. (2015). Perfil de crianças e adolescentes atendidos em centro de atenção psicossocial. Journal of Nursing UFPE/Revista de Enfermagem UFPE, 9(supl. 7), 8967-8984. Couto, M. C. V. (2003). Trilhando novos caminhos: a política pública de saúde mental para crianças e adolescentes. In: A. Guerra & N. Lima (Orgs.), A clínica de crianças com transtorno no desenvolvimento: uma contribuição no campo da Psicanálise e da Saúde Mental (pp. 191- 198). Autência: FUMEC. Couto, M. C. V., Duarte, C. S., & Delgado, P. G. G. (2008). A Saúde Mental Infantil na Saúde Pública Brasileira: situação atual e desafios. Revista Brasileira de Psiquiatria, 30(4), 390- 398. Couto, M. C., & Delgado, P. G. (2015). Crianças e adolescentes na agenda política da saúde mental brasileira: inclusão tardia, desafios atuais. Psicologia Clínica, 27(1), 17-40. 107 Cruz, M. G. A., Okamoto, M. Y., & Ferrazza, D. A. (2016) O caso Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e a medicalização da educação: uma análise a partir do relato de pais e professores. Interface (Botucatu), 20(58), 703-714. D’abreu, L. C. (2012). O desafio do diagnóstico psiquiátrico na criança. Contextos Clínicos, 5(1), 2- 9. Daltro, M. C., Moraes, J. C., & Marsiglia, R. G. (2018). Cuidadores de crianças e adolescentes com transtornos mentais: mudanças na vida social, familiar e sexual. Saúde e Sociedade, 27(2), 544-555. Delfini, P. S. D. S., Bastos, I. T., & Reis, A. O. A. (2017). Peregrinação familiar: a busca por cuidado em saúde mental infantil. Cadernos de Saúde Pública, 33(12), e00145816. Delfini, P. S., Dombi-Barbosa, C., da Fonseca, F. L., Tavares, C. M., & Reis, A. O. A. (2009). Perfil dos usuários de um centro de atenção psicossocial infantojuvenil da grande São Paulo, Brasil. Journal of Human Growth and Development, 19(2), 226-236. Delgado, P. G. (2019). Reforma psiquiátrica: estratégias para resistir ao desmonte. Trabalho, Educação e Saúde, 17(2), e0020241 Dunker, C. I. L. (2015). Mal-estar, sofrimento e sintoma: uma psicopatologia do Brasil entre muros. São Paulo: Boitempo. Elia, L. (2005). A Rede da Atenção na Saúde Mental: articulações entre CAPS e ambulatórios. In: Brasil, Ministério da Saúde (Ed.), Caminhos para uma política de saúde mental infantojuvenil (pp. 45-57). Brasília: Editora do Ministério da Saúde. Elia, L. F. (2015). Uma equipe muito especial: a equipe do CAPS. In: M. Kamers, R. Voltolini & R. Mariotto. (Orgs.), Por uma (nova) psicopatologia da infância e da adolescência (pp. 243- 264). São Paulo: Editora Escuta. Faria, M. R. (2016). Introdução à psicanálise de crianças: o lugar dos pais. São Paulo: Toro Editora. Ferreira, T. (2004). Sob o manto da deficiência. In: Ferreira, T. (Org.) A criança e a saúde mental: enlaces entre a clínica e a política (pp. 13-38). Belo Horizonte: Autência/FCH – FUMEC. Figueiredo, A. C. (2000). Do atendimento coletivo ao individual: um atravessamento na transferência. Cadernos IPUB, 6(17), 124-30. Figueiredo, A. C. (2004). A construção do caso clínico: uma contribuição da psicanálise à psicopatologia e à saúde mental. Rev. latinoam. psicopatol. fundam., 7(1), 75-86. Fortes, I. (2013). Corpo em pedaços: a potência do fragmento. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 1(65), 152-162. Fortes, I., & Macedo, M. M. K. (2017). Automutilaçâo na adolescência - rasuras na experiência de alteridade. Psicogente, 20(38), 353-367. Freda, H. (1993). “Quem lhe disse isso?”. In: Centro Mineiro de Toxicomania (Org.), Coletânea do Centro Mineiro de Toxicomania. Belo Horizonte: Editora Interna do Centro Mineiro de Toxicomania. 108 Freud, S. (2006). Recordar, repetir e elaborar (novas recomendações sobre a técnica da psicanálise II). In: S. Freud, Obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. 12, pp. 163-171). Rio de Janeiro: Imago. (Original publicado em 1914). Furtado, J. P., & Campos, R. O. (2005). A transposição das políticas de saúde mental no Brasil para a prática nos novos serviços. Revista latinoamericana de psicopatologia fundamental, 8(1), 109-122. Garcia, G. Y., Santos, D. N., & Machado, D. B. (2015). Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil no Brasil: distribuição geográfica e perfil dos usuários. Cadernos de Saúde Pública, 31(12), 2649-2654. Gil, A. C. (2002). Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas. Graeff, R. L., & Vaz C. E. (2006). Personalidade de crianças com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) por meio do Rorschach. Psicol. Teor. e Pesq., 22(3), 269-276. Guerra, A. M. C. & Lima, N. L. (2003). A clínica de crianças com transtornos no desenvolvimento: uma contribuição no campo da psicanálise e da saúde mental. Belo Horizonte: Autêntica. Guerreiro, D. F., & Sampaio, D. (2013). Comportamentos autolesivos em adolescentes: uma revisão da literatura com foco na investigação em língua portuguesa. Revista Portuguesa de Saúde Pública, 31(2), 204-213. Hawton, K., Saunders, K. E., & O'Connor, R. C. (2012). Self-harm and suicide in adolescents. The Lancet, 379(9834), 2373-2382. Hoffmann, M. C. C. L., Santos, D. N., & Mota, E. L. A. (2008). Caracterização dos usuários e dos serviços prestados por Centros de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil. Cadernos de Saúde Pública, 24(3), 633-642. Iglesias, A., & Avellar, L. Z. (2014). Apoio Matricial: um estudo bibliográfico. Ciência & Saúde Coletiva, 19(9), 3791-3798. Jerusalinsky, J. (2018). Detecção precoce de sofrimento psíquico versus patologização da primeira infância: face à lei nº 13.438/17, referente ao estatuto da criança e do adolescente. Estilos da Clínica, 23(1), 83-99. Jucá, V. S., & Vorcaro, A. M. R. (2018). Adolescência em atos e adolescentes em ato na clínica psicanalítica. Psicologia USP, 29(2), 246-252 Kupfer, M. C. (2015). O impacto do autismo no mundo contemporâneo. In: M. Kamers, R. Mariotto, & R. Voltolini (Orgs.). Por uma (nova) psicopatologia da infância e adolescência (pp. 169-184). São Paulo: Escuta. Kupfer, M. C. M., & Bernardino, L. M. F. (2018). IRDI. Estilos da Clínica, 23(1), 62-82. Lacan, J. (1955-1956/1998). De uma questão preliminar a todo tratamento possível das psicoses In J. Lacan, Escritos (537-590). Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Lacan, J. (1995). O seminário, livro 4: A relação de objeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. (Trabalho original publicado em 1957). 109 Lacan, J. (1998). A ciência e a verdade. In J. Lacan, Escritos (p. 855-892). Rio de Janeiro: Jorge Zahar. (Trabalho original publicado em 1965). Lacan, J. (2003). Ato de Fundação. In: J. Lacan, Outros escritos (pp. 235-247). Rio de Janeiro: Jorge Zahar. (Original publicado em 1964). Leitão, I. B., Constantinidis, T. C., & Avellar, L. Z. (no prelo). Produção de conhecimentos sobre o CAPSi entre 2002 e 2017: revisão integrativa da literatura. Estudos Interdisciplinares em Psicologia. Lima, R. C. (2005). Somos todos desatentos?: O TDA/H e a Construcão de Bioidentidades. Rio de Janeiro: Relume Dumará. Lima, L. S., Dias, H. Z. J., Baratto, C. C., & Zuchetto, G. (2015). Características dos adolescentes usuários de um centro de atenção psicossocial infantil da região sul do Brasil. Adolescência e Saúde, 12(1), 35-41. Lima, R., Couto, M., Solis, F., Oliveira, B., & Delgado, P. (2017). Psychosocial Care for Children and Adolescents with Autism in the CAPSi of the Rio de Janeiro Metropolitan Area. Saúde e Sociedade, 26(1), 196-207. Lins, T., Alvarenga, P., Paixão, C., Almeida, E., & Costa, H. (2012). Problemas externalizantes e agressividade infantil: uma revisão de estudos brasileiros. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 64(3), 59-75. Lobosque, A. M. (2011). Debatendo alguns desafios da Reforma Psiquiátrica brasileira. Ciência & Saúde Coletiva, 16(12), 4590-4592 Luckow, H. I., & Cordeiro, A. M. (2017). Concepções de Adolescência e Educação na Atuação de Profissionais do CAPSi. Psicologia: Ciência e Profissão, 37(2), 393-403. Machado, C. M., Luiz, A. M., Marques Filho, A. B., Miyazaki, M. C., Domingos, N. A., & Cabrera, E. M. (2014). Ambulatório de psiquiatria infantil: prevalência de transtornos mentais em crianças e adolescentes. Psicologia: teoria e prática, 16(2), 53-62. Maia, C. C., & Avellar, L. Z. (2013). Concepções de saúde e doença mental para profissionais de um CAPSi. Psicologia em Estudo, 18(4), 725-735. Martín, I., Paúl, C., & Roncon, J. (2000). Estudo de adaptação e validação da Escala de Avaliação de Cuidado Informal. Psicologia, Saúde e Doenças, 1(1), p. 3-9. Ministério da Saúde. (2002). Relatório Final da III Conferência Nacional de Saúde Mental. Brasília, 11 a 15 de dezembro de 2001. Brasília: Conselho Nacional de Saúde/Ministério da Saúde, 213 p. Recuperado em 24 de maio, 2017, de http://conselho.saude.gov.br/biblioteca/Relatorios/saude_mental.pdf Ministério da Saúde. (2003). Saúde mental e atenção básica: O vínculo e o diálogo necessários. Brasília: MS Editora, 2003. Recuperado de http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/diretrizes.pdf Ministério da Saúde. (2005). Caminhos para uma política de saúde mental infanto-juvenil. Brasília: MS Editora. Recuperadode http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/05_0887_M.pdf 110 Ministério da Saúde. (2009). Número de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) por tipo e UF e Indicador CAPS/100.000 habitantes. Brasília: Ministério da Saúde. Recuperado em 24 de junho, de 2017, de http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/caps_por_uf_e_tipo_em_31_de_janeiro_de_20 09.pdf Ministério da Saúde. (2009). Programa de volta para minha casa: cartilha de monitoria. Brasília: MS Editora. Recuperado em 24 de junho, de 2017, de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/mostra_fotografica_programa_volta_casa_p1.pdf Ministério da Saúde. (2010). Diretrizes nacionais para a atenção integral à saúde de adolescentes e jovens na promoção, proteção e recuperação da saúde. Brasília: MS Editora. Ministério da Saúde. (2013). Cadernos de Atenção Básica. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília: MS Editora. Ministério da Saúde. (2014). Atenção psicossocial a crianças e adolescentes no SUS: tecendo redes para garantir direitos. Brasília: MS Editora. Recuperado de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_psicossocial_criancas_adolescentes_sus. pdf Ministério da Saúde. (2014b). Fórum Nacional de Saúde Mental Infanto-juvenil: recomendações: de 2005 a 2012. Brasília: MS Editora. Recuperado em 19 de setembro, 2017, de http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/forum_nacional_saude_mental_infantojuvenil.pd f Ministério da Saúde. (2015). Saúde Mental em Dados – 12, ano 10, nº 12, outubro de 2015. Brasília: Informativo eletrônico de dados sobre a Política Nacional de Saúde Mental. 24p. Recuperado em 25 de junho, 2017, de http://www.consultaesic.cgu.gov.br/busca/dados/Lists/Pedido/Attachments/430410/RESPO STA_PEDIDO_SMD%2012%20-%20Verso%20para%20o%20Site%202.pdf Miyazaki, M. C. D. O. S., Machado, C. M., Luiz, A. M. A. G., Marques Filho, A. B., Domingos, N. A. M., & Cabrera, E. M. S. (2014). Ambulatório de psiquiatria infantil: prevalência de transtornos mentais em crianças e adolescentes. Psicologia: Teoria e Prática, 16(2), 53-62 Monteiro, A. R., Teixeira, L. A., Silva, R. S., Rabelo, K. S., Tavares, S. V., & Távora, R. O. (2012). Sofrimento psíquico em crianças e adolescentes: A busca pelo tratamento. Escola Anna Nery, 16(3), 523-529. Muylaert, C. J., Delfini, P. S., & Reis, A. O. A. (2015). Relações de gênero entre familiares cuidadores de crianças e adolescentes de serviços de saúde mental. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 25(1), 41-58. Nascimento, Y. C. M. L., Rosa, L. S., de Souza, J. C., de Alencar Roza, Y., Brêda, M. Z., & da Trindade, R. F. C. (2014). Perfil de crianças e adolescentes acompanhados por um centro de atenção psicossocial infanto-juvenil. Revista de enfermagem UFPE, 8(5), 1261-1272. Onocko-Campos, R. (2001). Clínica: a palavra negada–sobre as práticas clínicas nos serviços substitutivos de saúde mental. Saúde em debate, 25(58), 98-111. Pedrosa, L., & Freitas, M. (2013). Levantamento de adolescentes de álcool e drogas no CERSAMi de Betim em 2013. Betim, Minas Gerais. 111 Prefeitura Municipal de Vitória (2014). Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSi). Fiscaliza Vitória – Câmara Municipal de Vitoria. Recuperado em 14 de Fevereiro de 2019 de http://www.fiscalizavitoria.com.br/cmvnet/arquivos/fiscalizacoes_relatorios/3131/14021309 1214caps_infanto_juvenil.pdf Quinet, A. (2012). Os outros em Lacan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Quintanilha, B. C., Belotti, M., Tristão, K. G., & Avellar, L. Z. (2017). A produção do cuidado em um centro de atenção psicossocial infantojuvenil. Mental, 11(20), 261-278. Reis, A. O., Delfini, P. S. S., Dombi-Barbosa, C., & Oliveira, M. F. A. P. B. (2010). Crianças e adolescentes em sofrimento psíquico atendidos nos Centros de Atenção Psicossocial infantojuvenis. In E. Lauridsen-Ribeiro & O. Y. Tanaka (Eds.), Atenção em Saúde Mental para crianças e adolescentes no SUS (pp.186-210). São Paulo: Hucitec. Rinaldi, D. L., & Bursztyn, D. C. (2008). O desafio da clínica na atenção psicossocial. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 60(2), 32-39. Ronchi, J. P. & Avellar, L. Z. (2010). Saúde mental da criança e do adolescente: a experiência do CAPSi da cidade de Vitória-ES. Psicologia: teoria e prática, 12(1), 71-84. Ronchi, J. P. & Avellar, L. Z. (2013). Ambiência na Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil: um estudo no CAPSi. Saúde e Sociedade, 22(4), 1045-1058 Salvador, D., & Pio, M. (2016). Apoio Matricial e CAPSi: Desafios do cenário na implantação do matriciamento em saúde mental. Saúde em Debate, 40(111), 246-256. Saraceno, B., Asioli, F., & Gianni, T. (1994). Manual de saúde mental. São Paulo: Hucitec. Scandolara, A. S., Rockenbach, A., Sgarbossa, E. A., Linke, L. R., & Tonini, N. S. (2009). Avaliação do centro de atenção psicossocial infantil de Cascavel-PR. Psicol Soc, 21(3), 334- 342. Scarcelli, I. R., & Alencar, S. L. (2009). Saúde mental e saúde coletiva: intersetorialidade e participação em debate. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, 1(1), 67-76. Shimizu V. T., & Miranda M. C. (2012). Processamento sensorial na criança com TDAH: uma revisão da literatura. Rev. Psicopedagogia, 29(89), 256-268. Silva Junior, A. G., Alves, M. G. M., Mascarenhas, M. T. M., Silva, V. M. N., & Carvalho, L. C. (2008). Experiências de avaliação do setor suplementar de saúde: contribuições da integralidade. Ciência & Saúde Coletiva, 13(5), 1489-1500. Silva, A. C., & Botti, N. C. L. (2017). Comportamento autolesivo ao longo do ciclo vital: Revisão integrativa da literatura. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, (18), 67-76, Silva, H., & Ghazzi, M. (2016). Diagnóstico na Infância: Quais as Implicações Possíveis?. Interação em Psicologia, 20(2). Silva, M. E., & Ferrari, I. F. (2018) Dificuldades de adesão ao tratamento nos CAPSi por adolescentes usuários de drogas: a singularidade como princípio propositivo e os desafios da prática. In: I. Ferrari & J. Ferreira-Neto (Orgs.), Políticas públicas e clínica: estudos em psicologia e psicanálise (pp. 92-111). Belo Horizonte: Editora PUC Minas. 112 Souza Filho, M. D., Sousa, A. O., Parente, A. C, & Martins, M. C. (2010). Avaliação da sobrecarga em familiares cuidadores de pacientes esquizofrênicos adultos. Psicologia em Estudo, 15(3), 639-647 Souza, A. B., & Pontes, H. E. R. (2010). Sobrecarga de cuidadores na psiquiatria infantil. Rev. Neurocienc., 18(3), 300-306. Souza, A. C. (2006). Ampliando o campo de atenção psicossocial: a articulação dos centros de atenção psicossocial com a saúde da família. Escola Anna Nery, 10(4), 703-710 Souza, A. O., & Rinaldi, D. L. (2018). O que a Clínica da Adolescência nos Ensina sobre o Ato?. Revista Subjetividades, 17(3), 70-81. Souza, M. G. L. (2017). A intervenção do psicólogo com grupos em CAPSi: contribuições da psicanálise ao estudo. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, Goiânia, Brasil. Taño, B. L. (2014). Os Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenis (CAPSi) e as práticas de cuidado para as crianças e adolescentes em intenso sofrimento psíquico (Dissertação de mestrado, Programa de Pós-Graduação em Terapia Ocupacional, Universidade Federal de São Carlos, SP, Brasil). Taño, B. L., Matsukura, T. S. (2015). Saúde mental infanto-juvenil e desafios do campo: reflexões a partir do percurso histórico. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, 23(2), 439-447. Teixeira, M. R., & Jucá, V. J. (2014). Caracterização dos usuários de um centro de atenção psicossocial infantojuvenil do município de Salvador (BA). Revista de Psicologia, 5(2), 70- 84. Teixeira, M. R., Couto, M. C., & Delgado, P. G. (2017). Atenção básica e cuidado colaborativo na atenção psicossocial de crianças e adolescentes: facilitadores e barreiras. Ciência e saúde coletiva, 22(6), 1933-1942. Telles, H. P. (2006). Infância e saúde mental: teoria, clínica e recomendações para políticas públicas. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil. Tristão, K. G. (2018). CAPSij como lugar de cuidado para crianças e adolescentes em uso de substâncias psicoativas. Tese (Doutorado em Psicologia) – Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES, Brasil. Vanoli, E. N., & Bernardino, L. F. (2008). Psicose infantil: uma reflexão sobre a relevância da intervenção psicanalítica. Estilos da Clínica, 13(25), 250-267. Vasconcelos, Marcio M.. (2004). Retardo mental. Jornal de Pediatria, 80(2, Suppl.), 71-82. Viganò, C. (2010). Avaliação e evidência clínica na saúde mental. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 13(3), 469-481. Visani, P., & Rabello, S. (2012). Considerações sobre o diagnóstico precoce na clínica do autismo e das psicoses infantis. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 15(2), 293- 308. Vorcaro, A. M. R. (2011). O efeito bumerangue da classificação psicopatológica na infância. In: A. Jerusalinsky & S. Fendrik (Orgs.). O livro negro da psicopatologia contemporânea (pp. 219- 229). São Paulo: Via Lettera.por
Tipo de acessoopenAccesspor
Palavra ChaveAdolesacentespor
Palavra ChaveServiços de saúde mentalpor
Palavra ChaveEquipes de assistência em saúde mentalpor
Palavra ChaveServiços de saúde mental infantilpor
Área de conhecimento CNPqPsicologiapor
Área de conhecimento CNPqTratamento e Prevenção Psicológicapor
TítuloO centro de atenção psicossocial infanto-juvenil (CAPSij) de Vitória: dez anos de funcionamentopor
TipoDissertaçãopor

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
tese_11514_[Dissertação PPGP-UFES] O Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSij) de Vitória_ Dez.pdf
Tamanho:
1.38 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:
Dissertação em pdf

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.82 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição:

Coleções